Preciso trocar minhas restaurações de amálgama?

Por Dra. Calla G. N. Pereira · Publicado em · Atualizado em

Nem sempre. Uma restauração de amálgama em bom estado, sem infiltração, fratura ou cárie ao redor, pode ser mantida. A troca é indicada por critérios clínicos, como desgaste, cárie, estética ou escolha do paciente, e deve seguir um protocolo seguro de remoção.

Quando a troca costuma ser indicada?

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  • Restauração fraturada, infiltrada ou com cárie ao redor;
  • Dente com trinca ou escurecido pela restauração;
  • Substituição por motivo estético;
  • Preferência do paciente por materiais livres de metal.

Por que a remoção precisa ser feita com cuidado?

O amálgama contém mercúrio. Ao ser removido, pode liberar vapor. Por isso se usam isolamento, aspiração de alto volume, irrigação e barreiras de proteção.

Quais materiais substituem o amálgama?

Resina composta, cerâmica e outros materiais da cor do dente, conforme o tamanho da cavidade e a mordida.

Onde saber mais?

Veja a página sobre remoção segura de amálgama, as restaurações em resina ou agende uma avaliação.

Perguntas frequentes

Amálgama faz mal à saúde?

Em restaurações íntegras, as autoridades de saúde consideram seguro, com exceções individuais. A decisão de trocar é clínica.

Posso trocar tudo de uma vez?

Depende da quantidade. A dentista planeja em etapas.

Grávidas podem trocar?

Em geral a troca é adiada. A orientação é individual.

O dente fica sensível depois?

Pode haver sensibilidade passageira.

Dra. Calla G. N. Pereira sorrindo à mesa, com uma xícara de café, convidando para uma visita à clínica

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